quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O conhecimento cobra um alto preço


         Quinta é dia de pedalar e correr. Antes de relatar o treino propriamente dito, quero esclarecer umas duvidazinhas pra galera que acompanha este blog. Gente, isso aqui é um diário. Não é um manual de triathlon. Não sou médico, nem educador físico. Muito menos nutricionista. Quando relato o que faço nos treinos, não significa que é um trilho pra o leitor seguir. Quando digo o que como, ou o que não como, é a forma que hoje acho correta de me alimentar. Não faço isso, porém, feito um doidivanas. Necastrepadepitibiriba. Venho estudando exaustivamente o assunto nutrição. Trabalhos na área médica são objetos de horas de dedicação minha. Quando o tema é treinamento esportivo, procuro o que há de mais moderno em trabalhos publicados mundo a fora. Não preciso, contudo, ser nutricionista, médico ou educador físico pra saber o que devo ou não fazer. Ao menos em um nível tão elementar. Agora, se um dos profissionais citados parou no tempo e está preso a paradigmas descalçados de ciência, sinto muito.  Hoje não dá mais pra segurar a informação. Não preciso ser um aluno de Harvard pra poder ter acesso aos trabalhos do professor Daniel Lieberman. Basta entrar no site da famosérrima universidade e... pah. Tá tudo esmiuçado lá pra quem quiser, tiver tempo e interesse. E assim por diante. O conhecimento tá aí. Pare de cassar pokémon e mergulhe na ciência. Ah, não esqueça que vai descobrir que tem médico receitando veneno, nutricionista mandando comer o que não deve e educador físico te ensinando que exercício emagrece. O conhecimento, gente boa, cobra um alto preço.



         Meus treinos são, quase todos, feitos em jejum. Um café com leite é o máximo que boto pra dentro. Quando como, parece que levo um elefante comigo na barriga. Hora, se é assim, porque cargas d’água vou comer? Falando nisso, toda quarta feira darei ênfase ao assunto nutrição. Publicarei o perfil de um atleta e seus hábitos alimentares. Fique de olho, então. Hoje não foi diferente. Tinha 60k de bike em ritmo forte com cinco tiros de dois minutos em Z5 - pra morte, como falamos no ciclismo. Uma caramanhola de água com gengibre é mais do que suficiente. Na real, uso metade durante o treino. A outra metade é pra depois do treino. Em plena quinta feira, minha perna está soltíssima. Rendeu, esse pedal de hoje.

Irominds em ação 
         Chego em casa por volta das onze horas, como duas bananas e tomo um copo de soro do leite.  Tomo banho e almoço. Às 11h30 embarco na Supermotathlon e vou fazer minha natação com a Iromind em Floripa. Na volta, tenho o segundo tempo do almoço. E como um pouco de coalhada com três pãezinhos de queijo. Na janta, um pouco de fritada e um pedaço de queijo com pasta de amendoim. Sem funcional, sem bola de pilates, sem mais nada de exercício. Amanhã tenho longo de corrida e quero estar bem descansado. É isso.

Resumo do treino
Distância: 60km (com 5 tiros de 2' que fiz após 40km de treino)
1h46’54”
Vm: 33,7km/h

Ganho de elevação: 920m

4 comentários:

  1. Brodis...ha tempos que os treinos da manha sao em jejum e muita oracao p alimentar a alma e agradecer pelo que fazemos. Somos recebidos pelos ares das manhas com os alimentos da mae natureza...depois aquele cafe power com manteiga e ovos. Tenho dito....

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    1. Hahaha. Então estamos no mesmo time, mano. Abração.

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  2. Cade o treino de natação no Resumo do treino? A natação não conta?? rsrs ;-)
    Michel

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    1. Hahaha. Boa, Michel. Mas como é um treino muito específico, perguntarei ao coach se posso detalhar. Abração.

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